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Dezembro 28, 2017

SMART, PURE e CLEAR

SMART, PURE e CLEAR

  • Qual o seu objetivo de vida?
  • O que tenho de fazer para conseguir concretizar o objetivo de vida?
  • Quando atingir o objetivo, como se sentirá?

Para ter sucesso na vida, terá que definir, em primeiro lugar, o que realmente quer para si –  esclarecer o objetivo (circunscrevendo-o bem),  para que seja congruente com os seus valores pessoais; este terá que ser algo que o faça querer sentir/ter a ambição de prosseguir, independentemente dos desafios que possa encontrar pelo caminho:  para isso, terá quer ter um motivo para a ação, isto é, motivação, foco, clareza, persistência e fé, para o realizar, tendo sempre presente que “É isto que eu vou fazer e nunca vou recuar. Jamais voltarei atrás.” (Albuquerque, 2017).

O que tem de fazer para ter sempre presente o seu objetivo, sem contar, obviamente, com as provas com que se irá deparar?

É muito importante ter sempre presente (e em mente) a autossugestão, pois trata-se de um principio, com base na repetição de pequenas frases, que irá facilitar a gravação do seu objetivo no subconsciente; exemplos disso podem ser frases como “é isto que eu quero”, “eu vou conseguir isto”, “eu sou capaz”, “eu tenho poder”, “eu posso fazer tudo”, “hoje nada me vai prejudicar, porque eu estou em perfeita harmonia com a energia do universo, para conseguir realizar o planeado.”

Realizada essa etapa, parta para a ação, desenhando um plano, a curto, médio e longo prazo – só assim permite assegurar que avança de forma controlada e que consegue visualizar, periodicamente, a realização do mesmo, em etapas (o mais importante é ser exigente consigo próprio, para a concretização do que planeou, ao longo do tempo).

Com a materialização do seu objetivo, irá sentir-se uma pessoa realizada e de sucesso, tanto na vida pessoal, como profissional. Nesse sentido, estudos mostram que as pessoas com objetivos definidos são, geralmente, mais felizes, mais motivadas, têm melhor desempenho e andam mais satisfeitas, em relação àquelas que não o fazem.

Definir um objetivo ajuda a ter foco, motivação, ser persistente, definir intenção, criar prioridades nas vidas pessoais e profissionais, visto que “Cada um de nós cria a sua própria realidade, através dos valores que tem, das crenças que tem, dos objetivos que estabelece e do caminho que toma para os concretizar.” (João, 2011)

Complementando a aplicação da autossugestão, a prática da visualização é uma forma eficaz de conseguir estabelecer e concretizar o objetivo, tendo sempre como referência a importância de o definir, de uma forma ‘SMART, PURE e CLEAR’ (‘Inteligente, Puro e Claro’).

Assim sendo, segundo Napoleon Hill, uma pessoa com o objetivo de vida bem definido atrairá pessoas que se harmonizem com a sua filosofia de vida e isso ajudá-la-á a concretizar o mesmo, pois “O que quer que a mente possa acreditar, a mente pode realizar”  (Hill, 2017)

“Nunca diga ao mundo que consegue fazer, mostre!”
(Hill, 2017)

Recomendação bibliográfica
Albuquerque, J. (2017). A Filosofia do SUCESSO – Momentos de sabedoria! TOPBOOKS.
Archer, J. (2015). Seja o seu próprio Coach – Como assumir o controlo e alcançar os seus sonhos mais arrojados. SELF – Desenvolvimento Pessoal.
Hill, N. (2017). A Lei do Sucesso. Lua de Papel.
João, M. (2011). COACHING – Um guia essencial ao sucesso do coach, do gestor e de quem quer ser ainda mais feliz. Alcochete: Nexo Editora.

Dezembro 18, 2017

A importância de ter Iniciativa

A importância de ter Iniciativa

 Se é uma pessoa que procura novos desafios e não sabe como prosperar na vida pessoal e profissional, dar-lhe-ei, em breves palavras, algumas dicas de como desenvolver competências para adquiri-la.

Antes de mais, desenvolva a iniciativa (sabemos o quanto é importante que esta esteja sempre presente no seu dia a dia) para conseguir aquilo que realmente deseja – obter sucesso. Esta é uma das qualidades mais importantes em todos os âmbitos da vida, visto que uma pessoa com iniciativa é aquela que dá o primeiro passo, que faz uma coisa sem ser tutelada, que tem por hábito fazer mais do que o expectável, que tem e desenvolve um conjunto de características e competências, como a autoconfiança e motivação, por exemplo.

A autoconfiança é um atributo indispensável para ajudar o individuo nas tomadas de decisão e obtenção de independência, porque “quem hesita, esta perdido” (Allen, 2016) – é um ditado que se revela verdadeiro, porque ninguém acredita em alguém que não acredita em si, que vacila constantemente e que vive, frequentemente, com a dúvida., a indecisão, fatores que se revelam serem desintegradores.

O homem autoconfiante, com iniciativa e motivado, é demasiado forte, alberga características em si que o tornam independente, para conseguir, facilmente, prosperar na vida, obtendo tudo o que deseja; além disso, tem sempre esta autossugestão em mente: “Vou fazer com que os outros acreditem em mim porque vou acreditar neles e em mim próprio” (Hill, Pense e fique rico, 2006).

Estes indivíduos tomam a atitude certa para manter os seus níveis de motivação sempre elevados, tendo consciência de que só assim conseguem mobilizar-se e mobilizar, mantendo-se focados na superação de desafios e conquistar aquilo que desejam – prosperar na vida pessoal e profissional.

Nos dias que correm, somos confrontados com elevados índices de competitividade, o que leva as empresas as serem cada vez mais exigentes na seleção de pessoas, para sua colaboração. Porquê?

Todos sabemos que existem três tipos de pessoas: medíocres, normais e as excecionais – estas últimas têm grandes ideias, projetos, objetivos e conseguem desenvolver soluções para cada problema. São estes indivíduos que se destacam pela diferença, no mundo corporativo, porque trazem soluções para as empresas, destacando-se, no campo de trabalho, aquele que dá o primeiro passo (e isto é um dos atributos mais valorizados num profissional, a iniciativa).

Ter uma pessoa com iniciativa, proativa, numa equipa de trabalho, é o sonho de qualquer empregador, daí, ao validar um conjunto de competências de um individuo no processo de seleção, a iniciativa ser o requisito que mais pesa, pois, segundo Napolleon Hill, em A Lei do Sucesso, “A iniciativa é tão essencial para o sucesso como o eixo é essencial para o pneu de um veículo.”, ou seja, uma pessoa com iniciativa é autoconfiante, não tendo, por hábito, exercer a pratica da procrastinação.

Para desenvolver a prática da iniciativa, é necessário aplicar o método da autossugestão, permitindo ao individuo ‘falar em iniciativa’, ‘pensar em iniciativa’, ‘comer iniciativa’, ‘dormir iniciativa’ e ‘praticar iniciativa’.

Ao desenvolver sempre isso, até fazer parte do seu inconsciente, o indivíduo tornar-se-á um ser de iniciativa e liderança, ficando provado que as pessoas com iniciativa conseguem, de forma involuntária, ter uma legião de fãs, o que facilita a obtenção de uma vida com que sempre sonharam, próspera e abundante, porque “A iniciativa é a chave que abre a porta da oportunidade.” (Hill, A Lei do Sucesso, 2017)

Recomendação bibliográfica
Allen, J. (2016). os 8 Pilares da Prosperidade – Construa os alicerces de uma vida plena e feliz . Plátano Editora.
Hill, N. (2006). Pense e fique rico. Lua de Papel.
Hill, N. (2017). A Lei do Sucesso. Lua de Papel.

Dezembro 13, 2017

CHA – Fator de Sucesso nas Pessoas

CHA – Fator de Sucesso nas Pessoas

Segundo avaliação científica, no âmbito da área de gestão de desenvolvimento de competências, o fator de sucesso nas pessoas tem como base três dimensões – Conhecimento, habilidade e atitude (CHA).

Assim sendo, para que um individuo consiga atingir sucesso, na sua vida pessoal e profissional, é fundamental que reflita sobre a importância do desenvolvimento das suas competências, associadas às dimensões que fazem parte do CHA.

Então, como desenvolver o CHA?

As competências associadas ao CHA são identificadas e desenvolvidas (no individuo), no âmbito do processo em Coaching – este processo irá ajudá-lo a desenvolver as capacidades, por forma a promover o seu aperfeiçoamento ou a sua inclusão no CHA, sendo que este conjunto de características combinadas pode trazer grande vantagem competitiva para o mesmo, nas empresas, para que tenha oportunidade de provar a sua performance, dentro do espaço empresarial.

Fatores de sucesso das pessoas

Figura 1

Como ilustra o gráfico (figura 1), a performance do individuo tem relação proporcional com os fatores de sucesso das pessoas, a saber: conhecimento, habilidade e atitude; por conseguinte, a quantificação, monitorização do valor, competência das pessoas (V) está relacionada com os fatores de sucesso das mesmas, a partir da relação matemática entre as variáveis do CHA.

Uma dose de conhecimento (C) teórico/prático, obtido em contexto formal ou informal, colocado em prática, de forma repetida, promove, por sua vez, o desenvolvimento das habilidades (H) e a atitude (A) do querer fazer, tendo em conta a postura e o comportamento diante da habilidade.

De uma forma global, dizemos que os profissionais de sucesso têm 15% de conhecimento, 25% de habilidades e 60% de atitudes. Isto não é, de todo, desvalorizar o conhecimento, pois ele é fundamental: o que podemos dizer é que é, sem dúvida, a base para podermos, com a atitude, colocá-lo em prática e, assim, conseguirmos prosperar na vida.

Recomendação bibliográfica

HILL, NAPOLEON. (2006). Pense e fique rico. Alfragide: Lua de Papel.

Dezembro 5, 2017

O Coaching e as Empresas

O Coaching e as Empresas

Nos últimos anos, temos assistido a um elevado desenvolvimento em diversas áreas, como gestão, cujo  crescimento está diretamente associado à evolução da tecnologia e da ciência, gerando, assim, um aumento de competitividade das empresas e entre os seus colaboradores. Este facto leva a que seja cada vez mais necessário às empresas e seus funcionários, a título individual e ou coletivo, implementarem estratégias, no sentido de uma melhoria contínua, para um desenvolvimento pessoal e profissional do indivíduo.

Para isso, as empresas apostam, cada vez mais, no desenvolvimento de competências dos colaboradores, pois este investimento terá um impacto bastante positivo na sua performance. As empresas implementam estratégias de boa gestão, para alcançar os objetivos traçados a curto e longo prazo, tanto a nível individual como coletivo – o desenvolvimento dessas mesmas competências será resultado da implementação do coaching nas empresas.

Segundo Maggie João, o Coaching oferece uma abordagem estruturada para a definição de metas e objetivos, tornando-se um meio eficiente para melhorar os resultados qualitativa e quantitativamente dentro do local de trabalho. A sua prática é bastante positiva, pois ajuda a desenvolver competências pessoais e profissionais, no indivíduo, de forma a conseguir responder aos desafios impostos pelas empresas e também desafios pessoais; este método encoraja, ainda, o indivíduo a definir metas, a criar opções, a ultrapassar problemas e crenças limitadores, optando por ter atitudes positivas que levarão ao alcance de resultados eficazes e resolução de conflitos.

Destaco, igualmente, a importância do líder de equipa como coach, por ter um papel muito importante no alcance dos resultados, em cada um dos membros da sua equipa – para isso, o coach terá de possuir competências, como saber escutar, questionar, que, quando bem aplicadas, criam motivação e, consequentemente, resultados bastante positivos.

A prática do coaching, no ambiente de trabalho, é muito importante, porque o tempo usado para as sessões de coaching gera motivação, produtividade e excelentes resultados. Para estar a par dos resultados da equipa, o líder monitoriza, de forma contínua, o desempenho da equipa, através dos indicadores, como os indicadores chave, KPI- key performance indicador, fazendo recurso às ferramentas que a empresa oferece, como o Excel, onde se faz a análise e comparação dos resultados quantificados, em tabela, através de visualização gráfica num determinado espaço de tempo.

É, em suma, essencial a fácil compreensão daquilo que os indicadores se propõem a medir, porque a sua correta e rápida interpretação é fundamental para posteriores tomadas de decisão (como já salientei, os indicadores são o elemento importante, num processo de monitorização do desempenho na empresa/equipa, no apuramento dos resultados realizados de forma objetiva, de forma a cumprir as metas traçadas quando, por vezes, se recorre às dinamizações de coaching.)

Bibliografia

Caldeira, J. (2016). 100 Indicadores da Gestão – KEY PERFORMANCE INDICATORS. Lisboa: ACTUAL Editora.
João, M. (s.d.). COACHING – Um guia essencial ao sucesso do coach, do gestor e de quem quer ser ainda mais feliz. Alcochete: Nexo Editora.